Alzheimer Caxias do Sul, Rio Grande do Sul

Alzheimer em Caxias do Sul. Encontre telefones, endereços e informações sobre Alzheimer em Caxias do Sul e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Alzheimer.

Rosmari Bergoli da Luz
(54) 3223-1161
Rua Garibaldi, 933 s 102
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Sirlei Feltes
(54) 3223-6169
Rua Bento Gonçalves 2449 s 404
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Adriane Maria Spinato Chitto
(51) 3714-5397
Rua Fialho de Vargas 323 s 302
Lajeado, Rio Grande do Sul
 
Marinete Stimamiglio Barrueco
(54) 3221-8470
Rua Sinimbu 2211 s 701
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Ivandra Vaccari da Silva Loro
(54) 3214-6605
Avenida Rio Branco 7 s 404
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Enizete K. da Luz
(54) 3214-6251
Rua Garibaldi, 670 s 201
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Vânia Andrade de Oliveira
(54) 3221-4799
Rua Garibaldi 789 s 154
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Ana Paula Holz
(51) 3748-6043
Rua Fialho de Vargas 320 sl 602
Lajeado, Rio Grande do Sul
 
Zita Canuto
(54) 3223-7517
Avenida Rio Branco 7 s 306
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Gisela Cardoso da Silva
(54) 3028-7901
Rua os 18 do Forte 422 s 503
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 

Alzheimer: quais mudanças acontecem na saúde do idoso

Alzheimer – entenda as mudanças na saúde do idosoCom a modernidade as pessoas estão vivendo mais. Assim, o número de idosos está aumentando em todo o planeta e, em consequência, temos que lidar mais com as doenças que afetam a terceira idade.Uma das doenças mais faladas atualmente é o Alzheimer. A doença leva esse nome por ter sido descrita em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer.Essa é a principal causa de demência em maiores de 60 anos no Brasil. Esse problema neurológico leva a um desgaste emocional imenso, principalmente na família da pessoa afetada.Como ocorre a doença.Não se sabe ao certo o que leva ao aparecimento da doença. Existem indícios de que a genética está muito ligada, pois em algumas famílias se observa muito mais a frequência da doença do que em outras.O que acontece no Alzheimer é que, uma proteína, chamada “beta amilóide”, no cérebro, começa a se quebrar de forma errada formando aglomerados que chamamos placas senis. Essas placas são tóxicas ao cérebro e acabam causando lesão de algumas regiões, levando aos sintomas. Também são observados emaranhados neurofibrilares de uma outra proteína, chamada “proteína tau”. Mas não se sabe ao certo o efeito dela na doença.Só se consegue ver as modificações cerebrais no paciente após a morte, pois não há exames que consigam mostrar exatamente o que está acontecendo no cérebro. O diagnóstico é muitas vezes clínico, ou seja, pelos sinais e sintomas e descartando outras doenças.Após a morte, quando é possível a retirada do órgão é que se consegue realmente fechar o diagnóstico de Mal de Alzheimer, evidenciando uma grande degeneração cerebral.Sinais e sintomasCada paciente desenvolve a doença de uma maneira. Uns mais lentamente e outros mais rapidamente. É uma doença tão sutil que muitas vezes quando é percebida já está num estágio avançado.O idoso começa a se esquecer das coisas. Mas não é aquele esquecimento comum que todos nós temos. Ele começa a se esquecer de coisas que fazia a muito tempo. Por exemplo, a dona de casa esquece como se faz arroz.A família começa a perceber que existe algo errado quando se depara com certas situações. A paciente está colocando sal demais nas coisas, ou trocando o açúcar pelo sal. Atitudes estranhas desse tipo é que alertam quem convive com o idoso. Mais tardiamente, o paciente começa a se esquecer de onde mora.Uma característica do Alzheimer é esquecer fatos recentes. O paciente lembra coisas que fez na infância, mas não lembra onde estava ontem. Esse momento começa a se tornar crítico, pois muitas vezes o doente acha que está no lugar errado e quer voltar para a casa dele. Mas, a casa que ele acha ser a dele é na qual morava há 20 anos.Depois, começa a se esquecer dos parentes, os nomes das pessoas, dos filhos. No final, a pessoa com Alzheimer se torna acamada, perde a fala e os movimentos voluntários. Todas essas modificações são muito desgastantes emocionalmente para a família e para quem cuida do idoso.TratamentoNão há cura para essa doença. Os medicamentos utilizados apenas atrasam o curso da doença. É muito importante que o cuidador do paciente e a família tenham um acompanhamento psicológico, pois o desgaste emocional é muito grande.