Cistite Boa Vista, Roraima

Cistite em Boa Vista. Encontre telefones, endereços e informações sobre Cistite em Boa Vista e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Cistite.

Reis & Reis
(95) 224-1460
R Melvim Jones 43 - Sala a
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marilia Juliana Moreno Coelho Belmino
(95) 3265-5901
Av Mario Homem de Melho 3057
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital estadual Materno-Infantil Nossa Senhora de Nazaré
(95) 3623-1818
r Pres Costa Silva, 950
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Municipal Infantil Santo Antônio
(95) 3624-1684
av Guianas, 100 Calunga
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
HGR-Hospital Geral de Roraima
(95) 3623-8984
av Brg Eduardo Gomes, 3308
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Francisco F de Farias Jr
(95) 224-4514
R Barreto Leite 214 - /2 Sala 1
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Unimed
(95) 3624-2231
av Glaycon Paiva, 1083 São Vicente
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Lotty Íris Ltda
(95) 3224-1804
r José Coelho, 72 Centro
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Coronel Mota
(95) 3224-9285
r Cel Pinto, 636
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Maternidade Nossa Senhora De Fátima
(95) 3626-2098
av Parma Jóquei Clube Centenário
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Cistite: Infecção urinária

(Imagem: Foto divulgação)Dor, urgência para fazer xixi e incômodo na região da bexiga são alguns dos indícios de uma contaminação urinária. Cerca de 50% das mulheres, pelo menos uma vez na vida passa por essa situação. Na maior parte das vezes, a infecção é gerada por uma bactéria presente geralmente na flora intestinal, e desse modo próximo ao ânus e no períneo (local entre ânus e vagina).No intestino, a Escherichia coli é incapaz de causar qualquer problema, porém, quando invade a região vaginal, pode proporcionar sérios transtornos. É justamente nesta estapa, que entra a anatomia feminina. Como a vagina fica a poucos centímetros do ânus, e a uretra feminina é curta, medindo de 3 a 4 centímetros, a bactéria que está no períneo chega com facilidade na uretra, a qual é caminho para a contaminação.A cistite, não é transimissível, isto é, a pessoa não pega de outra. Como ela é causada por uma bactéria que vive geralmente na flora intestinal, alguns fatores podem contibuir para o contágio. “Uma flora vaginal saudável, com pH ácido, ajuda a proteger a região. Se existe algum desequilíbrio nas bactérias protetoras da vagina, você fica mais suscetível à doença”, explica Fernando Almeida, professor de urologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Caso esteja com os sintomas dessa infecção, é importante se tratar. “Não vale o remédio da amiga nem ficar tomando analgésico. A bactéria só acaba mesmo com antibiótico”, explica Almeida. É necessário procurar um médico e fazer um exame de urina para conferir qual é a bactéria responsável pelo transtorno. Uma vez medicada, os sintomas logo desaparecem. Porém é imprescindível tomar todos os antibióticos, segundo a precrisção médica, mesmo se não quando não houver mais nenhum sintoma.Além dos antibióticos, tomar bastante líquido também reduz a infecção, pois, a água limpa todo o sistema urinário. “Quanto mais vezes você enche e esvazia a bexiga, menor a probabilidade da bactéria se instalar”, diz Edilson Ogeda, ginecologista do Hospital Samaritano de São Paulo. Outro cuidado que o médico aconselha é urinar após ato sexual. “Se durante a atividade alguma bactéria do períneo se aproximou da uretra, um jato forte de urina ajuda a eliminar a invasora”, esclarece o ginecologista.É importante ressaltar que, mesmo depois de curada, a doença poderá voltar, pois, como citamos no início da matéria, pela a anatomia feminina, o risco da contaminação sempre irá existir. Em todas as mulheres que sofreram com a infecção, cerca de 25% voltam a se contaminar.“Ter até duas cistites por ano não é motivo de preocupação”, diz Luiz Estevam. No entanto existe mulheres que têm uma infecção acompanhada de outra. “No caso de recidivas frequentes, avaliamos o funcionamento do aparelho urinário da paciente para verificar se há algum problema anatômico, como uma válvula que não funciona direito”, diz Almeida.