Cistite Caucaia, Ceará

Cistite em Caucaia. Encontre telefones, endereços e informações sobre Cistite em Caucaia e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Cistite.

Jose Terceiro de Paiva Bezerra
3224-1360
R Vicente Linhares 269
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Valdy Ferreira de Menezes
3458-1630
Av Dom Luis 500
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Liana Maria Juca B Mattedi
(85) 4011-2767
Travessa Dom Luís 1200
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria Luiza de Mattos B Oliveira
3272-2772
R Vicente Nogueira Braga -Vicente Braga 214
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Maria Costa Batista
3495-3813
Av Holanda 235
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fabricio Andre Martins Costa
3279-5059
R Pedro Firmeza 712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Danielle Christine D Oliveira
4011-4100
R Rocha Lima 231
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Francisco Maia Pinto
3221-5435
R Jaime Benevolo 1644
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Sefora de Alencar Araripe Gurgel
3224-6470
R Jose Vilar 950
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Afonso Celso C. Soares
Av Treze de Maio 1331
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Cistite: Infecção urinária

(Imagem: Foto divulgação)Dor, urgência para fazer xixi e incômodo na região da bexiga são alguns dos indícios de uma contaminação urinária. Cerca de 50% das mulheres, pelo menos uma vez na vida passa por essa situação. Na maior parte das vezes, a infecção é gerada por uma bactéria presente geralmente na flora intestinal, e desse modo próximo ao ânus e no períneo (local entre ânus e vagina).No intestino, a Escherichia coli é incapaz de causar qualquer problema, porém, quando invade a região vaginal, pode proporcionar sérios transtornos. É justamente nesta estapa, que entra a anatomia feminina. Como a vagina fica a poucos centímetros do ânus, e a uretra feminina é curta, medindo de 3 a 4 centímetros, a bactéria que está no períneo chega com facilidade na uretra, a qual é caminho para a contaminação.A cistite, não é transimissível, isto é, a pessoa não pega de outra. Como ela é causada por uma bactéria que vive geralmente na flora intestinal, alguns fatores podem contibuir para o contágio. “Uma flora vaginal saudável, com pH ácido, ajuda a proteger a região. Se existe algum desequilíbrio nas bactérias protetoras da vagina, você fica mais suscetível à doença”, explica Fernando Almeida, professor de urologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Caso esteja com os sintomas dessa infecção, é importante se tratar. “Não vale o remédio da amiga nem ficar tomando analgésico. A bactéria só acaba mesmo com antibiótico”, explica Almeida. É necessário procurar um médico e fazer um exame de urina para conferir qual é a bactéria responsável pelo transtorno. Uma vez medicada, os sintomas logo desaparecem. Porém é imprescindível tomar todos os antibióticos, segundo a precrisção médica, mesmo se não quando não houver mais nenhum sintoma.Além dos antibióticos, tomar bastante líquido também reduz a infecção, pois, a água limpa todo o sistema urinário. “Quanto mais vezes você enche e esvazia a bexiga, menor a probabilidade da bactéria se instalar”, diz Edilson Ogeda, ginecologista do Hospital Samaritano de São Paulo. Outro cuidado que o médico aconselha é urinar após ato sexual. “Se durante a atividade alguma bactéria do períneo se aproximou da uretra, um jato forte de urina ajuda a eliminar a invasora”, esclarece o ginecologista.É importante ressaltar que, mesmo depois de curada, a doença poderá voltar, pois, como citamos no início da matéria, pela a anatomia feminina, o risco da contaminação sempre irá existir. Em todas as mulheres que sofreram com a infecção, cerca de 25% voltam a se contaminar.“Ter até duas cistites por ano não é motivo de preocupação”, diz Luiz Estevam. No entanto existe mulheres que têm uma infecção acompanhada de outra. “No caso de recidivas frequentes, avaliamos o funcionamento do aparelho urinário da paciente para verificar se há algum problema anatômico, como uma válvula que não funciona direito”, diz Almeida.