Cistite Caucaia, Ceará

Cistite em Caucaia. Encontre telefones, endereços e informações sobre Cistite em Caucaia e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Cistite.

Jose Evandro Ferreira de Sousa
3253-3337
Av Antonio Sales 60
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fabricio Andre Martins Costa
3279-5059
R Pedro Firmeza 712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Odalia Carvalho Sampaio
3252-2804
Rua Pereira Filgueiras 1095
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Francisco Wladimir O de Queiroz
3279-4093
R Pedro Firmeza 712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jacinta Maria Parente Vieira
3287-4820
Av Bezerra de Menezes 2711
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Maia Pinto
R Osvaldo Cruz 1089
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Terceiro de Paiva Bezerra
3224-1360
R Vicente Linhares 269
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Francisco Maia Pinto
3221-5435
R Jaime Benevolo 1644
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Sefora de Alencar Araripe Gurgel
3224-6470
R Jose Vilar 950
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Silvana Cristina S Albuquerque
Av B 690
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Cistite: Infecção urinária

(Imagem: Foto divulgação)Dor, urgência para fazer xixi e incômodo na região da bexiga são alguns dos indícios de uma contaminação urinária. Cerca de 50% das mulheres, pelo menos uma vez na vida passa por essa situação. Na maior parte das vezes, a infecção é gerada por uma bactéria presente geralmente na flora intestinal, e desse modo próximo ao ânus e no períneo (local entre ânus e vagina).No intestino, a Escherichia coli é incapaz de causar qualquer problema, porém, quando invade a região vaginal, pode proporcionar sérios transtornos. É justamente nesta estapa, que entra a anatomia feminina. Como a vagina fica a poucos centímetros do ânus, e a uretra feminina é curta, medindo de 3 a 4 centímetros, a bactéria que está no períneo chega com facilidade na uretra, a qual é caminho para a contaminação.A cistite, não é transimissível, isto é, a pessoa não pega de outra. Como ela é causada por uma bactéria que vive geralmente na flora intestinal, alguns fatores podem contibuir para o contágio. “Uma flora vaginal saudável, com pH ácido, ajuda a proteger a região. Se existe algum desequilíbrio nas bactérias protetoras da vagina, você fica mais suscetível à doença”, explica Fernando Almeida, professor de urologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).Caso esteja com os sintomas dessa infecção, é importante se tratar. “Não vale o remédio da amiga nem ficar tomando analgésico. A bactéria só acaba mesmo com antibiótico”, explica Almeida. É necessário procurar um médico e fazer um exame de urina para conferir qual é a bactéria responsável pelo transtorno. Uma vez medicada, os sintomas logo desaparecem. Porém é imprescindível tomar todos os antibióticos, segundo a precrisção médica, mesmo se não quando não houver mais nenhum sintoma.Além dos antibióticos, tomar bastante líquido também reduz a infecção, pois, a água limpa todo o sistema urinário. “Quanto mais vezes você enche e esvazia a bexiga, menor a probabilidade da bactéria se instalar”, diz Edilson Ogeda, ginecologista do Hospital Samaritano de São Paulo. Outro cuidado que o médico aconselha é urinar após ato sexual. “Se durante a atividade alguma bactéria do períneo se aproximou da uretra, um jato forte de urina ajuda a eliminar a invasora”, esclarece o ginecologista.É importante ressaltar que, mesmo depois de curada, a doença poderá voltar, pois, como citamos no início da matéria, pela a anatomia feminina, o risco da contaminação sempre irá existir. Em todas as mulheres que sofreram com a infecção, cerca de 25% voltam a se contaminar.“Ter até duas cistites por ano não é motivo de preocupação”, diz Luiz Estevam. No entanto existe mulheres que têm uma infecção acompanhada de outra. “No caso de recidivas frequentes, avaliamos o funcionamento do aparelho urinário da paciente para verificar se há algum problema anatômico, como uma válvula que não funciona direito”, diz Almeida.