Doença De Huntington Pelotas, Rio Grande do Sul

Doença De Huntington em Pelotas. Encontre telefones, endereços e informações sobre Doença De Huntington em Pelotas e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Doença De Huntington.

Renato Azevedo da Silva
553-2292
R Gomes Carneiro 1560
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Milton Martins Moraes
Dr Cassiano 47
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Augusto Froner Bicca
532-2559
R Marechal Deodoro 800 - Sl. 701
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Margot Fetter Costa
(53) 3225-5941
Pca Piratinino Almeida 8 - 14
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Soares Siedler
(53) 225-4081
R Tiradentes 2923
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria da Graca Valente Cardoso
Rua Cassiano 451
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Dias Soares Neto
(53) 222-5210
Rua Felix da Cunha 655
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Rosana Souza Van Der Laan
(53) 3028-2882
R Goncalves Chaves 659 - Sl. 309
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ildo Eugenio Fonseca Chiattoni
(53) 3026-2940
R General Osorio 1236
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Gilberto Abduch Junior
(53) 3225-0144
Rua Três de Maio 970
Pelotas, Rio Grande do Sul
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Doença de Huntington: o que é?

A região que sofre degeneração na doença de Huntington é o núcleo da base, destacada em amarelo na imagemA doença de Huntington (DH) ou Coreia de Huntington é um distúrbio neurológico. Possui uma prevalência de aproximadamente 5 casos para cada 100.000 habitantes.Seu nome é devido ao médico norte-americano George Huntington, que a descreveu em 1872. Essa enfermidade tem sido bastante estudada nas últimas décadas, sendo que em 1993 descobriram o gene que causa o problema.A doença é degenerativa e seus sintomas são causados pela perda marcante de células em uma parte do cérebro denominada gânglios da base. Este dano ao cérebro acaba afetando a capacidade cognitiva como, por exemplo, o pensamento, o julgamento, a memória e também os movimentos e o equilíbrio emocional.Conforme a doença evolui, vai afetando o doente aos poucos e, dessa forma, afeta também toda a família. Conforme a doença progride, a rotina do indivíduo começa a ser prejudicada, piorando a qualidade de vida, atrapalhando até mesmo na convivência com os familiares. O comprometimento vai se agravando até chegar a prejudicar as funções vitais levando a morte.A personalidade, a memória, as funções cognitivas são preservadas inicialmente. A pessoa tem consciência do que está acontecendo. A família vai vendo seu familiar perder as capacidades paulatinamente, e isso é muito doloroso para todos, necessitando, muitas vezes, de apoio psicológico.No Brasil, aproximadamente 1200 famílias possuem o gene para a doença. Mesmo assim, é um problema raro e pouco conhecido.Sinais e sintomasOs sintomas mais visíveis da doença são movimentos corporais anormais e falta de coordenação, também afetando várias habilidades mentais e alguns aspectos de personalidade. Ocorre a piora do quadro gradualmente, conforme os anos vão passando. Mas o início é mais frequente entre 30 e 50 anos de idade. Entretanto, a doença pode atingir desde crianças pequenas até idosos. Não se sabe ao certo o que leva ao início do aparecimento dos sintomas.As características variam amplamente de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma família.Sintomas motores: Podem ocorrer mesmo no início da doença. São movimentos involuntários de qualquer parte do corpo. Pode ocorrer inquietação, contrações musculares ou agitação excessiva. A escrita pode mudar. O doente começa a apresentar ‘caretas’ devido aos movimentos involuntários da face.As habilidades do dia-a-dia envolvendo coordenação e concentração, por exemplo, a ação de dirigir, tornam-se mais difíceis. Esses sintomas iniciais evoluem gradualmente para movimentos involuntários, chamados de coreia, mais marcantes na cabeça, no tronco e nos membros. Assim, os problemas motores levam a dificuldades para andar e manter o equilíbrio. A fala e a deglutição acabam, também, prejudicadas.Os movimentos, em geral, aumentam durante os esforços voluntários, stress ou qualquer excitação, e diminuem durante o descanso e o dormir.Movimento involuntário chamado coreia, muito frequente na doença de HuntingtonSintomas emocionais e de comportamento: Depressão, irritabilidade, ansiedade e apatia acontecem com bastante frequência. Podem aparecer explosões agressivas, impulsividade, mudança de humor e afastamento social.Uma coisa interessante na doença é que traços de personalidade existentes acabam se exacerbando. Por exemplo, uma pessoa que tinha tendência a ser irritável, irá se tornar ainda mais irritável.Sintomas cognitivos: Mudanças intelectuais leves ocorrem e são os primeiros sinais de perturbação cognitiva. A pessoa acometida tem suas habilidades reduzidas para organizar assuntos de rotina, ou para lidar com situações novas. A memória demora para ser afetada, mas também pode se alterar de alguma maneira.TratamentoPor ser uma doença genética, não há cura. Mas existem alguns medicamentos que ajudam a retardar os sintomas e melhoram a qualidade de vida do indivíduo. Neurolépticos tradicionais ou atípicos podem ser utilizados no tratamento dos movimentos involuntários e dos distúrbios psiquiátricos. Antidepressivos são úteis nos estados depressivos, e benzodiazepínicos, em alterações comportamentais.Profissionais de saúde podem ajudar muito na melhora da qualidade de vida do doente. Terapeutas físicos e ocupacionais, fonoaudiólogos e nutricionistas, são muito úteis para melhorar as habilidades e prolongar a independência.A Coreia de Huntington é uma doença que afeta toda a família e necessita de muitos cuidados especiais. Mas nunca se deve afastar o indivíduo de seus familiares, ele necessita de mais carinho e atenção do que as pessoas que não possuem o problema.