Doença De Huntington Teresina, Piauí

Doença De Huntington em Teresina. Encontre telefones, endereços e informações sobre Doença De Huntington em Teresina e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Doença De Huntington.

Aurora Moura de Brito
(86) 3221-5408
R Gabriel Ferreira 574 - S S 02
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Alcy Fontenele
(86) 3221-8240
R Governador Raimundo Artur de Vasconcelos 616
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose de Ribamar Tourinho
(86) 3232-4945
Av Miguel Sady 209
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Antonio Nunes Martins
(86) 3223-5492
R Desembargador Pires de Castro 765 - S
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Valdeci Ribeiro de Carvalho
(86) 3221-8742
R Coelho de Resende 352 - Sul
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Nilda Mendes de A Trindade
(86) 3222-4267
R Paissandu 2110
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Ceciane Alves Nery
(86) 4009-1110
R Coelho de Resende 1276
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Francisco Jose Lima
(86) 3226-1312
R Paissandu 2140
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Maria de Lourdes de F Veras
(86) 3221-0190
R Olavo Bilac 1610
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Raimundo Pereira Torres
(86) 3223-7811
R Magalhaes Filho 768 - Sul
Teresina, Piauí
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Doença de Huntington: o que é?

A região que sofre degeneração na doença de Huntington é o núcleo da base, destacada em amarelo na imagemA doença de Huntington (DH) ou Coreia de Huntington é um distúrbio neurológico. Possui uma prevalência de aproximadamente 5 casos para cada 100.000 habitantes.Seu nome é devido ao médico norte-americano George Huntington, que a descreveu em 1872. Essa enfermidade tem sido bastante estudada nas últimas décadas, sendo que em 1993 descobriram o gene que causa o problema.A doença é degenerativa e seus sintomas são causados pela perda marcante de células em uma parte do cérebro denominada gânglios da base. Este dano ao cérebro acaba afetando a capacidade cognitiva como, por exemplo, o pensamento, o julgamento, a memória e também os movimentos e o equilíbrio emocional.Conforme a doença evolui, vai afetando o doente aos poucos e, dessa forma, afeta também toda a família. Conforme a doença progride, a rotina do indivíduo começa a ser prejudicada, piorando a qualidade de vida, atrapalhando até mesmo na convivência com os familiares. O comprometimento vai se agravando até chegar a prejudicar as funções vitais levando a morte.A personalidade, a memória, as funções cognitivas são preservadas inicialmente. A pessoa tem consciência do que está acontecendo. A família vai vendo seu familiar perder as capacidades paulatinamente, e isso é muito doloroso para todos, necessitando, muitas vezes, de apoio psicológico.No Brasil, aproximadamente 1200 famílias possuem o gene para a doença. Mesmo assim, é um problema raro e pouco conhecido.Sinais e sintomasOs sintomas mais visíveis da doença são movimentos corporais anormais e falta de coordenação, também afetando várias habilidades mentais e alguns aspectos de personalidade. Ocorre a piora do quadro gradualmente, conforme os anos vão passando. Mas o início é mais frequente entre 30 e 50 anos de idade. Entretanto, a doença pode atingir desde crianças pequenas até idosos. Não se sabe ao certo o que leva ao início do aparecimento dos sintomas.As características variam amplamente de pessoa para pessoa, mesmo dentro da mesma família.Sintomas motores: Podem ocorrer mesmo no início da doença. São movimentos involuntários de qualquer parte do corpo. Pode ocorrer inquietação, contrações musculares ou agitação excessiva. A escrita pode mudar. O doente começa a apresentar ‘caretas’ devido aos movimentos involuntários da face.As habilidades do dia-a-dia envolvendo coordenação e concentração, por exemplo, a ação de dirigir, tornam-se mais difíceis. Esses sintomas iniciais evoluem gradualmente para movimentos involuntários, chamados de coreia, mais marcantes na cabeça, no tronco e nos membros. Assim, os problemas motores levam a dificuldades para andar e manter o equilíbrio. A fala e a deglutição acabam, também, prejudicadas.Os movimentos, em geral, aumentam durante os esforços voluntários, stress ou qualquer excitação, e diminuem durante o descanso e o dormir.Movimento involuntário chamado coreia, muito frequente na doença de HuntingtonSintomas emocionais e de comportamento: Depressão, irritabilidade, ansiedade e apatia acontecem com bastante frequência. Podem aparecer explosões agressivas, impulsividade, mudança de humor e afastamento social.Uma coisa interessante na doença é que traços de personalidade existentes acabam se exacerbando. Por exemplo, uma pessoa que tinha tendência a ser irritável, irá se tornar ainda mais irritável.Sintomas cognitivos: Mudanças intelectuais leves ocorrem e são os primeiros sinais de perturbação cognitiva. A pessoa acometida tem suas habilidades reduzidas para organizar assuntos de rotina, ou para lidar com situações novas. A memória demora para ser afetada, mas também pode se alterar de alguma maneira.TratamentoPor ser uma doença genética, não há cura. Mas existem alguns medicamentos que ajudam a retardar os sintomas e melhoram a qualidade de vida do indivíduo. Neurolépticos tradicionais ou atípicos podem ser utilizados no tratamento dos movimentos involuntários e dos distúrbios psiquiátricos. Antidepressivos são úteis nos estados depressivos, e benzodiazepínicos, em alterações comportamentais.Profissionais de saúde podem ajudar muito na melhora da qualidade de vida do doente. Terapeutas físicos e ocupacionais, fonoaudiólogos e nutricionistas, são muito úteis para melhorar as habilidades e prolongar a independência.A Coreia de Huntington é uma doença que afeta toda a família e necessita de muitos cuidados especiais. Mas nunca se deve afastar o indivíduo de seus familiares, ele necessita de mais carinho e atenção do que as pessoas que não possuem o problema.