Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Caucaia, Ceará

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Jacinta Maria Parente Vieira
3287-4820
Av Bezerra de Menezes 2711
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Fabricio Andre Martins Costa
3279-5059
R Pedro Firmeza 712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Francisco Wladimir O de Queiroz
3279-4093
R Pedro Firmeza 712
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Maria Costa Batista
3495-3813
Av Holanda 235
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Liana Maria Juca B Mattedi
(85) 4011-2767
Travessa Dom Luís 1200
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Odalia Carvalho Sampaio
3252-2804
Rua Pereira Filgueiras 1095
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Elsie Goes Moreira
3214-1339
R Professor Anacleto 33
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Francisco Maia Pinto
3221-5435
R Jaime Benevolo 1644
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Jose Terceiro de Paiva Bezerra
3224-1360
R Vicente Linhares 269
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hilario Ehrich de Menezes
3246-7888
Av Barao de Studart. 2360
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Doença pulmonar obstrutiva crônica: sintomas, causas, tratamento

Doença Pulmonar obstrutiva Crônica, também conhecida como DPOC é uma síndrome decorrente da obstrução das vias aéreas inferiores, de caráter irreversível. Ou seja, é uma doença progressiva e sem cura. Sua principal causa é o habito de fumar.O que ocorre nessa doença é que, depois de anos e anos exposto ao cigarro, a estrutura dos pulmões sofre lesões. A parede pulmonar começa a ser destruída, de forma que o ar consegue entrar, porém não consegue sair.Devido à lesão no epitélio pulmonar, a DPOC aumenta muito o risco de desenvolver câncer de pulmão.Como a doença se instala?O cigarro estimula a produção de muco pelas células pulmonares e, também, leva a hipertrófica (aumento) das glândulas submucosas. Outra consequência do tabagismo é a menor movimentação dos cílios, aumentando a chance de microrganismos penetrarem nas células, causando infecção. Além disso, algumas células, na presença do cigarro, liberam substâncias como a elastase, que lesa a parede pulmonar, deixando-a alargada e sem elasticidade.O resultado é uma lesão progressiva e irreversível, que leva o paciente a uma intensa falta de ar e dependência de oxigênio, além de diminuir extremamente a qualidade de vida.Quem tem chance de ter a doença?É uma doença mais comum em adultos ou idosos, pois os sintomas acabam aparecendo mais tardiamente. A mortalidade pela DPOC vem aumentando anualmente.No Brasil, 32% da população adulta é fumante. É interessante lembrar que, 90% dos casos de DPOC estão diretamente relacionados com o tabagismo. Os 10% restantes estão relacionados a doenças como “asma” e “deficiência da enzima alfa 1 antitripsina”, que também levam a alterações no epitélio, gerando a doença.Antigamente, os homens desenvolviam muito mais a DPOC do que as mulheres. Porém, com a aderência do habito de fumar pelo sexo feminino, esses números têm se aproximado.Sinai s e sintomasOs sinais e sintomas dessa doença são lentos, vão aparecendo gradativamente conforme o tempo. Assim que o primeiro sinal aparece, é importante que o paciente pare de fumar, caso contrário, os sintomas progredirão. A classificação da doença vai de leve à muito grave, dependendo a intensidade dos sintomas.Cansaço a médios esforços, como caminhada;Em casos mais graves, cansaço a pequenos esforços, como pentear o cabelo;Falta de ar aos esforços;Falta de ar durante a noite, com necessidade do paciente em levantar para respirar melhor;Falta de ar quando deitado;Aumento do tórax;Aumento de quadros infecciosos, relacionados ao pulmão, como pneumonia;Aumento da secreção brônquica gerando o pigarro;Tosse crônica e produtiva (com secreção amarelada);Bronquite crônica.TratamentoA obstrução das vias aéreas do paciente com DPOC apresenta boa melhora com o tratamento farmacológico. Porém, muitas vezes não há o que fazer, a não ser dar suporte para a melhor qualidade de vida do paciente. Para isso, são necessários alguns cuidados como:Parar de fumar;Uso adequado dos medicamentos;Fisioterapia para a reabilitação cardiopulmonar;Oxigenioterapia nos pacientes com muita falta de ar.Em casos graves é, muitas vezes, necessário fazer cirurgia de redução do pulmão, retirando as regiões mais afetadas, ou até mesmo o transplante pulmonar.