Preservativo Feminino Gratuito Pelo Sus Boa Vista, Roraima

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Thomas S e Hurtado
956-2304
Pc Barreto Leite 46
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Sonia Maria Coelho
(95) 3624-1348
Avossa Senhora da Consolata 202
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Francisco F de Farias Jr
(95) 224-4514
R Barreto Leite 214 - /2 Sala 1
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Marilia Juliana Moreno Coelho Belmino
(95) 3265-5901
Av Mario Homem de Melho 3057
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Coronel Mota
(95) 3224-9285
r Cel Pinto, 636
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Elizabeth de La Trinidad Castro P S Chacon
(95) 623-8191
R Av Santos Dumont 2289
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Elizabete Cristina Oliveira Leitao
Rua Melvin Jones 126
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Ginecologia e Obstetrícia

Dados Divulgados por
Reis & Reis
(95) 224-1460
R Melvim Jones 43 - Sala a
Boa Vista, Roraima
Especialidade
Clínica Médica

Dados Divulgados por
Hospital Unimed
(95) 3624-2231
av Glaycon Paiva, 1083 São Vicente
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Hospital Lotty Íris Ltda
(95) 3224-1804
r José Coelho, 72 Centro
Boa Vista, Roraima

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Preservativo feminino gratuito pelo SUS

A iniciativa pretende estimular o uso do preservativo feminino (Foto: Divulgação)O preservativo masculino é mais popular e utilizado pelo casal durante uma relação sexual. Por causa da resistência de alguns homens, alguns parceiros acabam deixando de se prevenir. Para ampliar as possibilidades do público feminino com relação a prevenção, o Ministério da Saúde inicia uma campanha em maio dessa ano, onde 20 milhões de camisinha femininas serão entregue no decorrer de 2012. O projeto vai priorizar as comunidades com maior exposição as doenças sexualmente transmissíveis.O programa tem como público-alvo mulheres em situações de violência doméstica e/ou sexual, profissionais do sexo, pessoas com HIV/AIDS, pacientes do departamento de DST, Aids e Hepatites Virais, usuárias de drogas e seus parceiros, segundo a pasta. Também estão entre as prioridades do programa pessoas de baixa renda e usuárias do serviço de atenção à saúde da mulher que tenham parceiros que se neguem a usar preservativo.O preservativo começou a ser vendido em 1997, no Brasil (Foto: Divulgação)No total foram gastos R$ 27,3 milhões, sendo o preço unitário R$ 1,36. De acordo com o Ministério da Saúde, esta é a primeira compra realizada pelo Governo Federal de camisinhas femininas de terceira geração, ou seja, compostas por borracha nitrílica. O preservativo específico para mulheres chegou no mercado brasileiro em 1997, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou a comercialização do item em solo nacional.Durante toda a história das camisinhas femininas, cerca de 16 milhões de unidades foram comercializadas no Brasil. Com a distribuição de 20 milhões de peças do preservativo, em 2012, o uso do produto deve aumentar 25%. Uma pesquisa realizada pelo Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais em 2008 apontou que cerca de 90% das mulheres sexualmente ativas no país conhecem ou pelo menos já ouviram falar da camisinha feminina. Segundo a pasta, estudos demonstram que saber onde adquirir a camisinha é um fator determinante para o seu uso e que mulheres que não sabem onde encontrar o item possuem 81% a menos de chance de se proteger no ato sexual.