Tratamento De Fobia Social Arapongas, Paraná

Tratamento De Fobia Social em Arapongas. Encontre telefones, endereços e informações sobre Tratamento De Fobia Social em Arapongas e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Tratamento De Fobia Social.

Gutemberg Henrique Costa
(43) 3055-2580
Rua Hárpia 629
Arapongas, Paraná
 
Lurdes Aparecida Ferdinanda
(43) 3275-3662
Rua Marabu 671
Arapongas, Paraná
 
Lea Rene Broch Duarte
(43) 3256-2783
Rua Estilac Leal 286 s 4
Rolândia, Paraná
 
Clínica de Psicologia Maria Ap. Honorato
(43) 3423-4631
Rua Osório Ribas de Paula 794 s 8
Apucarana, Paraná
 
Gláucia Penasso
(43) 3254-4039
Rua Pará 905
Cambé, Paraná
 
Elisabete Borges
(43) 3152-2310
Rua Saí 33
Arapongas, Paraná
 
Patrícia Hirata
(43) 3252-0939
Rua Tucanos 869
Arapongas, Paraná
 
Débora Menegazzo
(43) 3422-2560
Rua Doutor Nagib Daher 576
Apucarana, Paraná
 
Clínica de Hipnose e Regressão Valderez Penna Rank
(43) 3033-3287
Avenida Curitiba 1433 s 207
Apucarana, Paraná
 
Fernando Campos Ferreira
(43) 3254-4609
Avenida Brasil 528
Cambé, Paraná
 

Como Tratar a Fobia Social

A fobia social é a intensa ansiedade gerada quando a pessoa é submetida à avaliação de outras pessoas. Essa ansiedade ainda que generalizada não se estende a todas as funções que uma pessoa possa desempenhar. Na maioria das vezes concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas.É natural sentir-se acanhado quando se é observado, esse desconforto até certo ponto é normal e aceitável, muitas vezes vantajoso. Passamos a considerar esta vergonha ou timidez como patológicas a partir do momento em que a pessoa sofre algum prejuízo pessoal por causa dela, como deixar de concluir um curso ou uma faculdade por causa de um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de um avaliador.Para fazer o diagnóstico é necessário que a pessoa com fobia social apresente uma forte sensação de ansiedade ou desconforto sempre que exposta a determinadas circunstâncias. O fóbico social sente-se muito incomodado todas as vezes que alguém o observa escrevendo, a intensidade desta reação de ansiedade é desproporcional ao nervosismo que esta situação exigiria das pessoas em geral, e isso é reconhecido pela pessoa.No momento em que a pessoa é exposta a situação fóbica, a crise de ansiedade é de tal forma intensa que parece uma crise de pânico. Por causa de todo o desconforto envolvido nessa situação a pessoa passa a apresentar uma maneira de evitar esses tipos de situações.Não há sintomas típicos de fobia social, pois como qualquer transtorno de ansiedade os sintomas são aqueles típicos de qualquer manifestação de ansiedade. O que caracteriza a fobia social particularmente é o desencadeamento dos sintomas sempre que a pessoa é submetida à observação externa enquanto executa uma atividade.São observados dentre os fóbicos tremores, sudorese, sensação de bolo na garganta, dificuldade para falar, mal estar abdominal, diarréia, tonteiras, falta de ar, vontade de sair do local onde se encontra o quanto antes.A preocupação por antecipação com as situações onde estará sob apreciação alheia, desperta a ansiedade antecipatória, fazendo com que a pessoa fique vários dias antes de uma apresentação sofrendo ao imaginar-se na situação que certamente lhe causará a fobia como escrever ou assinar em público, falar em público, dirigir, estacionar um carro enquanto é observado, cantar ou tocar um instrumento musical, comer ou beber, ser fotografado ou filmado entre outros.O tratamento da fobia social pode se dar através de remédios como o clonazepan ou os antidepressivos inibidores da rematação da serotonina está bem claro e definido, essas medicações permitem uma recuperação entre setenta e noventa por cento, sendo pouco provável obter uma melhora de cem por cento embora algumas pessoas fiquem bem próximas disso. As vezes as pessoas com mais de cinqüenta anos de idade tem uma certa resistência a melhora com medicação, este fato, contudo, ainda deve ser comprovado.A terapia cognitivo-comportamental vem apresentando bons resultados no tempo de um ou dois anos de duração. Não foi detectada recaída nos primeiros anos após a alta, mas acompanhamentos mais prolongados são necessários para se verificar o tempo que a terapia cognitivo-comportamental permite ao paciente estar livre dos sintomas.