Tratamento De Fobia Social Caxias do Sul, Rio Grande do Sul

Tratamento De Fobia Social em Caxias do Sul. Encontre telefones, endereços e informações sobre Tratamento De Fobia Social em Caxias do Sul e região. Leia o artigo abaixo para obter dicas, tutoriais e informações relevantes sobre Tratamento De Fobia Social.

Roberta Barni Reiser Psicóloga Clínica Transpessoal
(54) 3221-7209
Rua Andrade Neves 911 s 23
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Luciane Meng
(54) 3223-6038
Rua Feijó Júnior 909 s 502
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Rosana Maria Aimi
(54) 3208-2367
Rua os 18 do Forte 2620 s 401
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Gisele Guerra
(54) 3221-7814
Rua Sinimbu 2091 s 716 s 718
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Bernardete Nesello
(51) 3714-1772
Avenida Benjamin Constant 1010 s 204
Lajeado, Rio Grande do Sul
 
Melissa Pessato Cornutti
(54) 3202-1625
Rua Sinimbu 1536 ap 72
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Liana Albe Basso
(54) 3223-7273
Rua Borges de Medeiros 667 s 53
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Ana Lucia dos Santos Cesa
(54) 3223-2665
Rua Visconde de Pelotas 649 s 802
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 
Deise Lopes Craide
(51) 3748-6876
Avenida Benjamin Constant 1025 s 210
Lajeado, Rio Grande do Sul
 
Paula Elisa Mattana
(54) 3202-1158
Rua Pinheiro Machado 2076 s 801
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
 

Como Tratar a Fobia Social

A fobia social é a intensa ansiedade gerada quando a pessoa é submetida à avaliação de outras pessoas. Essa ansiedade ainda que generalizada não se estende a todas as funções que uma pessoa possa desempenhar. Na maioria das vezes concentra-se sob tarefas ou circunstâncias bem definidas.É natural sentir-se acanhado quando se é observado, esse desconforto até certo ponto é normal e aceitável, muitas vezes vantajoso. Passamos a considerar esta vergonha ou timidez como patológicas a partir do momento em que a pessoa sofre algum prejuízo pessoal por causa dela, como deixar de concluir um curso ou uma faculdade por causa de um exame final que exige uma apresentação pública ou diante de um avaliador.Para fazer o diagnóstico é necessário que a pessoa com fobia social apresente uma forte sensação de ansiedade ou desconforto sempre que exposta a determinadas circunstâncias. O fóbico social sente-se muito incomodado todas as vezes que alguém o observa escrevendo, a intensidade desta reação de ansiedade é desproporcional ao nervosismo que esta situação exigiria das pessoas em geral, e isso é reconhecido pela pessoa.No momento em que a pessoa é exposta a situação fóbica, a crise de ansiedade é de tal forma intensa que parece uma crise de pânico. Por causa de todo o desconforto envolvido nessa situação a pessoa passa a apresentar uma maneira de evitar esses tipos de situações.Não há sintomas típicos de fobia social, pois como qualquer transtorno de ansiedade os sintomas são aqueles típicos de qualquer manifestação de ansiedade. O que caracteriza a fobia social particularmente é o desencadeamento dos sintomas sempre que a pessoa é submetida à observação externa enquanto executa uma atividade.São observados dentre os fóbicos tremores, sudorese, sensação de bolo na garganta, dificuldade para falar, mal estar abdominal, diarréia, tonteiras, falta de ar, vontade de sair do local onde se encontra o quanto antes.A preocupação por antecipação com as situações onde estará sob apreciação alheia, desperta a ansiedade antecipatória, fazendo com que a pessoa fique vários dias antes de uma apresentação sofrendo ao imaginar-se na situação que certamente lhe causará a fobia como escrever ou assinar em público, falar em público, dirigir, estacionar um carro enquanto é observado, cantar ou tocar um instrumento musical, comer ou beber, ser fotografado ou filmado entre outros.O tratamento da fobia social pode se dar através de remédios como o clonazepan ou os antidepressivos inibidores da rematação da serotonina está bem claro e definido, essas medicações permitem uma recuperação entre setenta e noventa por cento, sendo pouco provável obter uma melhora de cem por cento embora algumas pessoas fiquem bem próximas disso. As vezes as pessoas com mais de cinqüenta anos de idade tem uma certa resistência a melhora com medicação, este fato, contudo, ainda deve ser comprovado.A terapia cognitivo-comportamental vem apresentando bons resultados no tempo de um ou dois anos de duração. Não foi detectada recaída nos primeiros anos após a alta, mas acompanhamentos mais prolongados são necessários para se verificar o tempo que a terapia cognitivo-comportamental permite ao paciente estar livre dos sintomas.